“Apesar da relutância do marido, Myriam, mãe de duas crianças pequenas, decide voltar a trabalhar em um escritório de advocacia. O casal inicia uma seleção rigorosa em busca da babá perfeita e fica encantado ao encontrar Louise: discreta, educada e dedicada, ela se dá bem com as crianças, mantém a casa sempre limpa e não reclama quando precisa ficar até tarde.

Aos poucos, no entanto, a relação de dependência mútua entre a família e Louise dá origem a pequenas frustrações – até o dia em que ocorre uma tragédia.”

 Apresentar o crime e o criminoso nas primeiras páginas e ainda prender a atenção do leitor até a última não é tarefa fácil. E mais ainda, mantê-lo com interesse e entusiasmo. Pois é exatamente isso que a autora faz. Com maestria!

Roy Cody é, como ele próprio admite, um cara mau. Matador de aluguel, com câncer terminal no pulmão e ninguém por quem viver, ele é designado pelo chefe – que recentemente começou a ter um caso com sua namorada – para executar um serviço. Mas com um detalhe estranho: desarmado

“Pode o ruído incessante produzido pela sociedade contemporânea provocar instintos homicidas num morador de uma grande cidade?

‘Viver é barulhento’, lamenta o personagem deste romance de alta voltagem, escrito pela aclamada escritora Patrícia Melo, no qual um rotineiro problema entre um pacato professor de biologia e seu novo vizinho acaba se transformando numa guerra bárbara.”

Acabei de ler Gog Magog, de Patrícia Melo. Muito bom! Durante a leitura e, ao acabar, tive a mesma sensação de quando leio meus autores contemporâneos favoritos: Roth, McEwan, Berlin... Puro prazer! Ou, citando uma frase de Gog Magog: "Sempre há um idiota para qualificar como arte a merda que você faz".

“Eis um Bukowski puro-sangue. Legítimo. Concluído alguns meses antes de sua morte, em março de 1994, aos 73 anos.

Não há como sair incólume desta história. A saga de Nick Belane poderia até ser igual a de tantos outros detetives de segunda categoria que perambulam pelas largas ruas de Los Angeles. (...)

Ele desfia sua história com habilidade de mestre. Um Rabelais percorrendo o mundo noir? A divina sujeira? A maravilhosa sordidez? Um acerto de contas com a arte? Uma homenagem? Uma reflexão sobre o fim da vida? E tomara que a morte estivesse linda, gostosa e sexy – como está nesta história – quando encontrou o velho Bulk poucos meses depois de ter posto o ponto final nesta pequena obra-prima.”

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